Raquel e Bruno

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Raquel e Bruno

Sobre os noivos

Como é bom recordar! Conheça os detalhes da nossa caminhada até esse grande sonho do nosso casamento.

Conheci o Bruno em 2010, no auge da solteirice. Estávamos num barzinho e, confesso, estava doida pra ir embora. Fiquei praticamente "obrigada" por uma grande amiga minha, como de praxe na época. Rsrs. Coincidentemente, a mesma amiga virou e comentou, do nada, para quem quisesse ouvir e sem se preocupar em apelar para o bom-senso: "Amiga, você devia namorar era o Bruninho. Menino bom!". O "Bruninho" ficou vermelho de vergonha e eu também, claro, mas fiz minha boa cara "blasé" e levamos a coisa na brincadeira.

Viramos amigos de facebook e, vez ou outra, nos encontrávamos nas festinhas em comum, mas parou por aí. Ele começou a namorar outra pessoa e eu também, e não voltamos a nos cruzar.  Até que, em abril de 2013, já em vias de terminar outro relacionamento, resolvi me inscrever num programa trainee de uma empresa. Achava que seria bacana para o currículo e que a experiência me faria muito bem. Reconheci o Bruno como um dos líderes, mas ele não conduziria o processo de fato. Daí pensei: ele é gente boa, vou aqui perguntar sobre a vaga e sobre a seleção. Foi assim que fiz. Através do facebook, pedi orientações que pudessem me auxiliar, como sugestões de leituras, indicações de temas, etc. Ele prontamente me atendeu, com a simpatia de sempre, e me encorajou a participar do processo seletivo. Eu passei.

Um grande amizade nasceu daí. Muitos interesses em comum, um convívio fácil e agradável. Mas nada demais até então. Até que terminei o namoro. Eu confesso que não pensava em começar nada tão cedo com ninguém... Pretendia viajar mais, dançar mais e ser bem feliz sozinha, pelo menos por um tempo. Mas o destino sempre dá um jeito de nos encaminhar para onde devemos ir, não é mesmo? 

Nos apaixonamos em tempo recorde. Realmente mordi minha língua. E acho que ele mordeu a dele também. Percebi que o afeto brotou no cotidiano. Algo totalmente diferente das relações eufóricas que havíamos vivido antes. Ele simplesmente foi se tornando indispensável... 

Desses 4 anos para cá muita coisa aconteceu: amadurecimento da nossa relação, mútuo-conhecimento, momentos felizes, momentos tristes, novos trabalhos, viagens, novas conquistas, nosso primeiro imóvel, a organização da nossa festa, realização profissional, noivado, mudança de planos, mudança de endereço, mudança de estado, resiliência, casamento civil... Tantos momentos e detalhes que só nós conhecemos!... E o melhor de tudo é saber que esse é só o começo. Que caminhamos em direção a uma certeza: a de que estamos casando com e por amor. A de que nos cuidaremos e seremos solidários um com o outro.  O que eu mais aprecio na nossa relação é esse equilíbrio reconfortante entre amar e estar apaixonado. Sinto que com ele tenho ambos, e todos cercados de paz. O tipo de amor que abraça e constrói. O tipo de amor que te ensina, como poucas coisas nessa vida, a ser grato.